NOSSA SENHORA DESATADORA DOS NÓS

O quadro de Nossa Senhora Desatadora dos Nós foi pintado por um artista desconhecido por volta do ano 1700 e é venerado em Ausburg, na Bavária, Alemanha, na igreja de St. Peter Am Perlach. Uma cópia desta pintura é venerada em Buenos Aires, Argentina, para onde foi levada pelo bispo Dom Bergoglio.

Maria é representada como a Imaculada Conceição. Percebe-se que ela está situada entre o céu e a terra. Sobre a Virgem o Espírito Santo derrama suas luzes. Sua cabeça encontra-se adornada de doze estrelas, que remetem às doze tribos de Israel e aos doze apóstolos.

Um dos anjos entrega-lhe uma faixa com nós maiores e menores, separados e juntos. Estes nós simbolizam o pecado original, nossos pecados cotidianos e suas conseqüências que impedem à graça frutificar livremente em nossa vida.

Na parte inferior do quadro vemos que a faixa cai livremente. Um nó foi desatado. Há um anjo e um homem e entre eles um cachorro. Dirigem-se a uma igreja. Pode-se ver aí uma referência ao livro de Tobias (6,13), onde o jovem Tobias empreende uma longa e penosa viagem na qual conhece Sara. Sara já se casara sete vezes devido a um demônio que dela se enamorara. Todos os seus maridos morreram na noite das núpcias. Tobias consegue casar-se com ela e voltar à casa de seu pai. Isto significa que para dois corações realmente se encontrarem, há que se desatar primeiro muitos nós.

Nossa Senhora Desatadora dos Nós é invocada como aquela que nos ajuda a desatar todos os nossos males e aflições, todo o mal que nos escraviza e nos torna infelizes e pessimistas. Livres de todas as cadeias que nos prendem ao egoísmo, abrimo-nos nosso coração a Seu Filho Jesus para finalmente saber em que consiste a verdadeira liberdade dos filhos de Deus.

 

Oração a Nossa Senhora Desatadora dos Nós

Santa Mãe, cheia da graça de Deus, ao longo de vossa vida nunca fostes cativa das tentações do Maligno, pois aceitastes sem jamais duvidar a vontade do Senhor. Intercedestes sempre por nós com nossos problemas, como nas Bodas de Caná, ensinando-nos como desamarrar o nó de nossas dificuldades. Jesus, na triste tarde de Sua morte, deixou-vos como nossa Mãe e como Mãe ordenais e facilitais nossa união com o Senhor.

Santíssima Virgem, Nossa Mãe, que desatais os nós que dificultam nossa vida, pedimo-vos que recebais em vossas mãos materna a ................... (diz-se o nome da pessoa) Livrai-o das ataduras e desvios com os quais o tenta o Maligno!

Por vossa intercessão livrai-nos o Senhor de todo mal!

Querida Mãe, desatai os nós que nos separam de Deus para que, livres do pecado, nós O busquemos e O encontremos em nosso semelhante, bendizendo-O sempre como nosso Pai e Único Senhor. Amém.

 

NOSSA SENHORA DA DIVINA REVELAÇÃO
 

  No dia 12 de Abril de 1947, um sábado depois da Páscoa, o condutor de bonde Bruno Cornacchiola, de 34 anos, protestante, sentado tranqüilamente à sombra de um eucalipto toma notas para uma conferência que fará no dia seguinte contra Nossa Senhora.

Bruno nasceu em um dos bairros mais pobres e de pior fama da capital da Itália. Durante sua permanência na Espanha onde estivera como voluntário para lutar na Guerra civil (1936-1939), convencido pela propaganda de um militar alemão protestante, ingressa na igreja adventista e se converte em inimigo feroz da Igreja Católica, da Virgem e do Papa.

Seus três filhos Gianfranco, Carlo e Isola, brincam no bosque enquanto ele busca na Bíblia protestante provas que confirmem a parte de sua palestra onde pensa rebater os dogmas marianos. As crianças perdem a bola e não conseguem encontrá-la. Pedem ajuda ao pai. Bruno interrompe suas anotações e vai ajudar os filhos. O caderno de anotações fica no chão. Já não precisará dele, posto que não fará a conferência.
São 15,30 h. A bola tinha ido parar dentro de uma gruta e os meninos ali se adentram. Nossa Senhora aparece às três crianças e depois, precedida de um intenso perfume de flores, aparece ao homem que até aquele momento havia atacado a devoção à Mãe do Redentor.
A Virgem, com um longo e belo vestido branco, trazia uma faixa cor-de-rosa na cintura. Sobre os cabelos negros havia um manto verde que lhe caia aos pés descalços.
A Santa Mãe de Deus dirige a seu perseguidor estas palavras: "Sou aquela que está na Trindade Divina. Sou a Virgem da Revelação. Tu me persegues. Mas agora, basta! Entra para o santo redil, a corte celeste na terra. Obedece à autoridade do Papa".
A Virgem, cujas mãos seguram ao peito um livro encapado de cor cinza (a Bíblia). Entre outras coisas, fala-lhe sobre sua Assunção. Indica ao vidente como poderá reconhecer dois sacerdotes que o ajudarão a reconciliar-se com Deus e com o Papa, a quem tinha intenções de assassinar com um punhal.
A Virgem toca o coração de Bruno e este se converte, transformando-se em seu fiel servidor, em valioso instrumentos de evangelização.
A Virgem também prometeu: "Nesta terra de pecado realizarei grandes milagres para a conversão dos incrédulos".
Como a água da piscina de Lourdes, a terra da Gruta de "Tre Fontane", santificada pela presença de Maria, realizará prodígios.

Como a água da piscina de Lourdes, a terra da Gruta de "Tre Fontane", santificada pela presença de Maria, realizará prodígios.

 
NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

 

No dia 5 de maio de 1917,durante a 1º guerra mundial, o papa Bento XV convidou os católicos do mundo inteiro para se unirem em uma cruzada de orações para obter a paz com a intercessão de Nª Senhora .Oito dias depois a Beatísima Virgem dava aos homens a sua resposta,aparecendo a 13 de maio a três patorinhos portugueses, Lúcia de 10 anos, Francisco de 9 e Jacinta de 7.A senhora marcou com eles um encontro naquele mesmo lugar, um lugar espaçoso e descampado denominado Cova da Iría, para dia 13 de todo mês. Lúcia , a maiorzinha, recomendou aos primos para não contarem nada em casa. Mas Jacinta não soube guardar o segredo e no dia 13 de junho, os três pastorinhos não estavam mais sozinhos no encontro.
No dia 13 de julho Lúcia hesitou em ir ao encontro porque os pais a havia maltratado, mas depois se deixou convencer por Jacinta e foi precisamente durante a 3ª aparição que Nª Senhora prometeu um milagre paa que o povo acreditasse na história das três crianças.

A 13 de agosto os três videntes, fechados no cárcere, não puderam ir a Cova da Iría.
A dia 13 de outubro, último encontro, setenta mil pessoas lotavam o lugar das aparições e foram testemunhas do milagre anunciado: o sol parecia mover-se medrosamente, como se estivesse para destacar-se do firmamento, crescendo entre as chamas multicores.. Nossa Senhora, em momentos sucessivos, ia aumentando os prodígios para persuadir da sua mensagem, para dar a sua resposta que empenha em todos os cristãos: "Rezem o terço todos os dias; rezem muito e façam sacrifícios pelos pbres pecadores; são muitos os que vão para o inferno por não haver quem se preocupe em rezar e fazer sacrifícios por eles... A guerra logo vai acabar, mas se não pararem de ofender ao Senhor,não passará muito tempo para vir outra pior. Abandonem o pecado de suas próprias vidas e procurem eliminá-lo da vida dos outros, colaborando com a Redenção do Salvador."
Ao constatar-se o fato da 2ª guerra mundial os cristãos lembraram-se da mensagem de Fátima. Em 1946, na presença do cardeal legado, no meio de uma multidão de oitocentas mil pessoas,houve a coroação da estátua de Nª Senhora de Fátima.Em 1951, PioXII estabeleceu que o encerramento do Ano santo fosse celebrado no santuário de Fátima.
A 13 de maio de 1967, pelo 50º aniversário das aparições de Nossa Senhora, o papa Paulo VI chegou a Fátima, onde guardava, juntamente com um milhão de peregrinos, que haviam passado a noite ao relento, Lúcia, a vidente Lúcia.

 
SÃO MIGUEL ARCANJO

 

São Miguel, do hebraico quem como Deus, é um dos principais anjos. Ele, príncipe da milícia celeste, travou no Céu um combate com o demônio. No eterno duelo entre o bem e o mal, Deus tem como aliados São Miguel e seus anjos, os santos e a Igreja, contra Satanás e seus demônios.
Quando um cristão deixa este mundo, a Igreja pede na missa de Réquiem que São Miguel o introduza na luz celeste, daí o hábito de representa-lo segurando uma balança onde as almas são pesadas.
O nome de São Miguel aparece nas seguintes passagens da Bíblia:
1. Em Daniel 10: 13 sqq, Porém o príncipe do reino dos Persas resistiu-me durante 21 dias; mas eis que veio em meu socorro Miguel, um dos primeiros príncipes, e eu fiquei lá junto do rei dos Persas. (...) Mas eu te anunciarei o que está expresso na escritura da verdade; e em todas estas coisas ninguém me ajuda senão Miguel, que é vosso príncipe.
2.Em Daniel 12, o anjo falando dos últimos dias do mundo diz: Naquele tempo se levantará o grande príncipe Miguel, que é o protetor dos filhos do vosso povo.
3. Em Apocalipse 12:7, E houve no céu uma grande batalha: Miguel e os seus anjos pelejavam contra o dragão, e o dragão com os seus anjos pelejavam contra ele; porém estes não prevaleceram, e o seu lugar não se achou mais no céu. São João fala o grande conflito do final dos tempos, que reflete a batalha no céu do início dos tempos.
São Miguel aparece ainda em uma Epístola apócrifa de São Judas disputando com o demônio o corpo de Moisés, segundo uma antiga tradição judaica.
De acordo com as passagens da Bíblia, são funções de São Miguel:
1.Lutar contra Satanás.
2. Resgatar as almas dos fiéis do poder do inimigo, especialmente na hora da morte.
3. Ser o campeão do povo de Deus, dos Judeus na Antiga Lei e dos Cristãos no Novo Testamento; assim, é patrono da Igreja e das ordem de cavalheiros da Idade Média.
4. Levar da terra as almas dos homens para o julgamento (Mas que o vosso porta-bandeira São Miguel as leva à santa luz, do ofertório da missa de defuntos.).
Sobre a sua posição na hierarquia celestial, as opiniões variam: São Basílio e outros Padres Gregos, como Salmeron, Belarmino, etc, colocam São Miguel acima de todos os anjos; eles dizem que ele é chamado arcanjo porque é o príncipe dos anjos. Outros afirmam que ele é príncipe dos serafins, a primeira das nove ordens angélicas. Segundo São Tomás (Summa, I:113:3) ele é príncipe do último e mais baixo coro, os anjos. A Liturgia Romana parece concordar com os Padres Gregos; ela o chama de Princeps militiae coelestis quem honorificant angelorum cives. A Liturgia Grega o chama de Archistrategos, o mais alto general.
IGREJAS NO RIO DE JANEIRO: Rua Irmã Maria Maurita, s/n - Magarça - Guaratiba - CEP: 23035-090
Rua Toriba, 145 - Colégio - CEP: 21545-260 - Tel.: 372-7955
IGREJA EM SÃO PAULO: Catedral de São Miguel Arcanjo
Praça Pe. Aleixo Monteiro Mafra, 11 - São Miguel Paulista
CEP: 08011-010 - São Paulo - SP - Tel.: (11) 297-6388
ORAÇÃO: São Miguel Arcanjo, protegei-nos no combate, cobri-nos com vosso escudo contra os embustes e ciladas do demônio. Subjugue-o Deus, instantemente o pedimos e vós, príncipe da milícia celeste, pelo divino poder, precipitai no inferno a Satanás e aos outros espíritos malignos que andam pelo mundo para perder as almas. Amém.
LADAINHA DE SÃO MIGUEL:
Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, ouvi-nos.
Jesus Cristo, atendei-nos.
Pai Celeste que sois Deus, tende piedade de nós.
Filho Redentor do mundo que sois Deus, tende piedade de nós.
Espírito Santo que sois Deus, tende piedade de nós.
Santíssima Trindade que sois um só Deus, tende piedade de nós.
Santa Maria, Rainha dos Anjos, rogai por nós.
São Miguel, rogai por nós.
São Miguel, cheio de graça de Deus, *
São Miguel, perfeito adorador do Verbo Divino, *
São Miguel, coroado de honra e de glória, *
São Miguel, poderosíssimo Príncipe dos exércitos do Senhor, *
São Miguel, porta e estandarte da Santíssima Trindade, *
São Miguel, guardião do Paraíso, *
São Miguel, guia e consolador do povo Israelita, *
São Miguel, esplendor e fortaleza da Igreja militante, *
São Miguel, honra e alegria da Igreja triunfante, *
São Miguel, luz dos Anjos, *
São Miguel, baluarte da verdadeira fé, *
São Miguel, força daqueles que combatem pelo estandarte da Cruz, *
São Miguel, luz e confiança das almas no último momento da vida, *
São Miguel, socorro muito certo, *
São Miguel, nosso auxílio em todas as adversidades, *
São Miguel, mensageiro da sentença eterna, *
São Miguel, consolador das almas do Purgatório, Vós a quem o Senhor incumbiu de receber as almas depois da morte, *
São Miguel, nosso Príncipe, *
São Miguel, nosso Advogado, *
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do Mundo, perdoai-nos Senhor.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do Mundo, ouvi-nos Senhor.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do Mundo, tende piedade de nós, Senhor.
Jesus Cristo, ouvi-nos.
Jesus Cristo, atendei-nos.
Rogai por nós glorioso São Miguel,
Príncipe da Igreja de Jesus Cristo.
Para que sejamos dignos das Suas promessas. Amém
* Rogai por nós. Após cada invocação

Senhor Jesus Cristo, santificai-nos por uma bênção sempre nova e concedei-nos, por intercessão de São Miguel, a sabedoria que nos ensina a ajuntar riquezas no Céu e a trocar os bens do tempo presente pelos bens eternos. Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos. Amém.
SANTO ANTÔNIO

Protetor dos pobres, o auxílio na busca de objetos ou pessoas perdidas, o amigo nas causas do coração. Assim é Santo Antônio de Pádua, frei franciscano português, que trocou o conforto de uma abastada família burguesa pela vida religiosa.

Contam os livros que o santo nasceu em Lisboa, em 15 de agosto de 1195, e recebeu no batismo o nome de Fernando. Ele era o único herdeiro de Martinho, nobre pertencente ao clã dos Bulhões y Taveira de Azevedo. Sua infância foi tranqüila, sem maiores emoções, até que resolveu optar pelo hábito. A escolha recaiu sobre a ordem de Santo Agostinho.

Os primeiros oito anos de vida do jovem frei, passados nas cidades de Lisboa e Coimbra, foram dedicados ao estudo. Nesse período, nada escapou a seus olhos:

desde os tratados teológicos e científicos às Sagradas Escrituras. Sua cultura geral e religiosa era tamanha que alguns dos colegas não hesitavam em chamá-lo de "Arca do Testamento".
Reservado, Fernando preferia a solidão das bibliotecas e dos oratórios às discussões religiosas. Bem, pelo menos até um grupo de franciscanos cruzar seu caminho. O encontro, por acaso, numa das ruas de Coimbra marcou-o para sempre. Eles eram jovens diferentes, que traziam nos olhos um brilho desconhecido. Seguiam para o Marrocos, na África, onde pretendiam pregar a Palavra de Deus e viver entre os sarracenos.
A experiência costumava ser trágica. E daquela vez não foi diferente. Como a maioria dos antecessores, nenhum dos religiosos retornou com vida. Depois de testemunhar a coragem dos jovens frades, Fernando decidiu entrar para a Ordem Franciscana e adotar o nome de Antônio, numa homenagem à Santo Antão. Disposto a se tornar um mártir, ele partiu para o Marrocos, mas logo após aportar no continente africano, Antônio contraiu uma febre, ficou tão doente que foi obrigado à voltar para a casa. Mais uma vez, os céus lhe reservava novas surpresas. Uma forte tempestade obrigou seu barco a aportar na Sicília, no sul da Itália. Aos poucos, recuperou a saúde e concebeu um novo plano: decidiu participar da assembléia geral da ordem em Assis, em 1221, e deste modo conheceu São Francisco pessoalmente.

É difícil imaginar a emoção de Santo Antônio ao encontrar seu mestre e inspirador, um homem que falava com os bichos e recebeu as chagas do próprio Cristo. Infelizmente, não há registros deste momento tão particular da história do Cristianismo. Sabe-se apenas que os dois santos se aproximaram mais tarde, quando o frei português começou a realizar as primeiras pregações. E que pregações! Santo Antônio era um orador inspirado. Suas pregações eram tão disputadas que chegavam a alterar a rotina das cidades, provocando o fechamento adiantado dos estabelecimento comerciais.

De pregação em pregação, de povoado em povoado, o santo chegou a Pádua. Lá, converteu um grande número de pessoas com seus atos e suas palavras. Foi para esta cidade que ele pediu que o levassem quando seu estado de saúde piorou, em junho de 1231. Santo Antônio, porém, não resistiu ao esforço e morreu no dia 13, no convento de Santa Maria de Arcella, às portas da cidade que batizou de "casa espiritual". Tinha apenas 36 anos de idade.

O pedido do religioso foi atendido dias depois, com seu enterro na Igreja de Santa Maria Mãe de Deus. Anos depois, seus restos foram transferidos para a enorme basílica, em Pádua. O processo de canonização de frei Antônio encabeça a lista dos mais rápidos de toda a história. Foi aberto meses depois de sua morte, durante o pontificado de Papa Gregório IX, e durou menos de ano.

Graças a sua dedicação aos humildes, Santo Antônio foi eleito pelo povo o protetor dos pobres. Transformou-se num dos filhos mais amados da Igreja, um porto seguro a qual todos – sem exceção – podem recorrer. Uma das tradições mais antigas em sua homenagem é, justamente, a distribuição de pães aos necessitados e àqueles que desejam proteção em suas casas.
Homem de oração, Santo Antônio se tornou santo porque dedicou toda a sua vida para os mais pobres e para o serviço de Deus.
Diversos fatos marcaram a vida deste santo, mas um em especial era a devoção a Maria. Em sua pregação, em sua vida a figura materna de Maria estava presente. Santo Antônio encontrava em Maria além do conforto a inspiração de vida.
O seu culto, que tem sido ao longo dos séculos objeto de grande devoção popular é difundido por todo o mundo através da missionação e miscigenado com outras culturas (nomeadamente Afro-Brasileiras e Indo-Portuguesas).
Santo Antônio torna-se um dos santos de maior devoção de todos os povos e sem dúvida o primeiro português com projeção universal.
De Lisboa ou de Pádua, é por excelência o Santo "milagreiro", "casamenteiro", do "responso" e do Menino Jesus. Padroeiro dos pobres é invocado também para o encontro de objetos perdidos.
Sobre seu túmulo, em Pádua, foi construída a basílica a ele dedicada.

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